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Fiscais do meio ambiente aceitam reajuste, mas mantêm greve em MT


Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema) aceitaram o reajuste salarial de 3,11% anunciado pelo governo para reposição inflacionária, mas decidiram manter a greve - que já completa 14 dias - em assembleia realizada nesta terça-feira (26). Os fiscais mantêm paralisadas as viagens de vistoria para licenciamento e autorização de atividades como manejo florestal e desmatamento.
Um dos principais motivos da greve é a correção do valor das diárias para viagem, que, segundo o Sindicato dos Servidores em Entidades Públicas de Meio Ambiente (Sintema), é muito baixo.
O presidente do Sintema, Gilcélio Lima, alega que não tem havido reajuste na diária desde 2010. O valor atual da diária é de R$ 130,00, independentemente da distância percorrida pelo fiscal e da quantidade de dias necessários para a vistoria. “O trabalhador acaba tendo que usar o próprio dinheiro para pagar viagem de trabalho. Isso é inadmissível”, afirmou o sindicalista.

Segundo Lima, entretanto, o diálogo com o governo deve continuar para que um acordo seja possível. “Estamos enviando propostas para que nossas reivindicações sejam atendidas”, afirmou.
Conforme a Secretaria de Comunicação do Estado (Secom), o governador Pedro Taques (PDT) se reuniu, na semana passada, com os servidores do órgão e na ocasião se comprometeu em concluir um estudo de impacto financeiro para demonstrar quanto será possível aumentar o valor das diárias de viagens dos servidores públicos estaduais.
Reajuste
Além da atualização do valor das diárias, entre as reivindicações da categoria está o ajuste salarial. Na assembleia desta terça-feira, os servidores aceitaram a proposta do governo de fazer o pagamento da reposição com base na inflação (calculada em 6,22% no período) em duas parcelas de 3,11%, sendo a primeira paga em maio (data-base para os reajustes inflacionários) e a segunda apenas em novembro, contando com o compromisso do governo de pagar em janeiro o valor retroativo referente ao período entre maio e novembro.
Os trabalhadores querem ainda que o governo agende datas para negociar a recomposição das perdas salariais da categoria para os próximos anos.
“Nossa categoria já está com os valores salariais defasados em relação a outras carreiras. Vamos cobrar do governo que a negociação da recomposição das nossas perdas salariais comece agora em junho e que as reuniões com o governo tenham datas definidas”, disse o presidente.
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